GoodBooks é uma banda "IndiePop" (se é que isto é possível, pois assinam com a Columbia e com a Sony, as quais nada têm de independente) ou Pop alternativo, originária de Sevenoaks em Kent. Receberam a primeira atenção dos media depois do lançamento do EP auto-publicado "Valves and Robots" em unho de 2005. A banda assinou contracto com a Transgressive Records em finais de 2005 para um single e lançou "Walk With Me" em April, antes de serem resgatados pela Columbia Records pouco tempo depois.A evolução de GoodBooks começou quando Max Cooke e Leo von Bülow-Quirk começaram a fazer covers dos Beatles no sótão quando tinham 8 anos e a mãe de Max ensinava Christopher Porter na escola primária. Foi preciso esperar até 2001 para a banda se formar quando, na escola de Sevenoaks School em Kent, Max e Leo se juntaram a Chris e JP Duncan para formarem os The Fingerprints. Os The Fingerprints começaram a carreira gravando dois albuns; "Cards on the Table, Clothes on the Floor" e "Miranda". Faixas como "Tangerine" foram tocadas nas radios locais como a BBC Radio Kent e KMFM. A banda também começou a dar concertos localmente, com concertos regulares no Tunbridge Wells Forum o que os ajudou a construir um modesto grupo de fans regionais, chegando a actuar em frente de 8,000 pessoas durante um natal. O vocalista é apontado pelos media por ser um eunuco, rumores que surgiram do facto de este ter cantado a parte de alto no coro de King's College, em Cambridge; uma espécie de segredo aberto na cena "indie-pop underground".Os The Fingerprints separaram-se em finais de 2004 quando o então baixista os deixou. A banda decidiu continuar como quarteto e no dia do seu primeiro ensaio "Walk With Me" foi criado. A banda continuou a escrever mais musicas mas desta vez com sons mais maduros de influência electronica. As sessões criaram faixas do EP ''Valves and Robots'' tais como "Passchendaele" e "Isabella" as quais não só se tornaram em favoritas dos fans mas também impressionaram membros influentes da industria, e em finais de 2005 a banda assinou contracto por um single com a editora indie Transgressive Records.Os meses seguintes viram os GoodBooks estabelecendo o seu lugar na cena alternativa britanica numa escala mais larga com concertos por todo o país, notavelmente apoiando os [[Art Brut]] e um concerto com os [[The Magic Numbers]] na Suécia. "Walk With Me" foi gravado e lançado como primeiro single na ''Transgressive'' a 3 de Abril de 2006 apenas em vinyl de 7" e cassete. O video foi mostrado na MTV2 e a NME galardoou-o com o título de Runner-Up na sua secção de faixa da semana, proclamando os GoodBooks "a melhor banda nova no Reino Unido".A banda foi abordada pela Columbia Records em inícios de 2006 e assinou um contracto em Maio, lançando os singles "Turn it Back" e "Leni" na segunda metade de 2006, bem como fazendo importantes e bem recebida performances nos festivais de Carling Reading e Leeds e no Truck Festival. O primeiro album, Control, foi lançado a 30 de Julho de 2007 no Reino Unido.quinta-feira, agosto 30, 2007
GoodBooks - Control
GoodBooks é uma banda "IndiePop" (se é que isto é possível, pois assinam com a Columbia e com a Sony, as quais nada têm de independente) ou Pop alternativo, originária de Sevenoaks em Kent. Receberam a primeira atenção dos media depois do lançamento do EP auto-publicado "Valves and Robots" em unho de 2005. A banda assinou contracto com a Transgressive Records em finais de 2005 para um single e lançou "Walk With Me" em April, antes de serem resgatados pela Columbia Records pouco tempo depois.A evolução de GoodBooks começou quando Max Cooke e Leo von Bülow-Quirk começaram a fazer covers dos Beatles no sótão quando tinham 8 anos e a mãe de Max ensinava Christopher Porter na escola primária. Foi preciso esperar até 2001 para a banda se formar quando, na escola de Sevenoaks School em Kent, Max e Leo se juntaram a Chris e JP Duncan para formarem os The Fingerprints. Os The Fingerprints começaram a carreira gravando dois albuns; "Cards on the Table, Clothes on the Floor" e "Miranda". Faixas como "Tangerine" foram tocadas nas radios locais como a BBC Radio Kent e KMFM. A banda também começou a dar concertos localmente, com concertos regulares no Tunbridge Wells Forum o que os ajudou a construir um modesto grupo de fans regionais, chegando a actuar em frente de 8,000 pessoas durante um natal. O vocalista é apontado pelos media por ser um eunuco, rumores que surgiram do facto de este ter cantado a parte de alto no coro de King's College, em Cambridge; uma espécie de segredo aberto na cena "indie-pop underground".Os The Fingerprints separaram-se em finais de 2004 quando o então baixista os deixou. A banda decidiu continuar como quarteto e no dia do seu primeiro ensaio "Walk With Me" foi criado. A banda continuou a escrever mais musicas mas desta vez com sons mais maduros de influência electronica. As sessões criaram faixas do EP ''Valves and Robots'' tais como "Passchendaele" e "Isabella" as quais não só se tornaram em favoritas dos fans mas também impressionaram membros influentes da industria, e em finais de 2005 a banda assinou contracto por um single com a editora indie Transgressive Records.Os meses seguintes viram os GoodBooks estabelecendo o seu lugar na cena alternativa britanica numa escala mais larga com concertos por todo o país, notavelmente apoiando os [[Art Brut]] e um concerto com os [[The Magic Numbers]] na Suécia. "Walk With Me" foi gravado e lançado como primeiro single na ''Transgressive'' a 3 de Abril de 2006 apenas em vinyl de 7" e cassete. O video foi mostrado na MTV2 e a NME galardoou-o com o título de Runner-Up na sua secção de faixa da semana, proclamando os GoodBooks "a melhor banda nova no Reino Unido".A banda foi abordada pela Columbia Records em inícios de 2006 e assinou um contracto em Maio, lançando os singles "Turn it Back" e "Leni" na segunda metade de 2006, bem como fazendo importantes e bem recebida performances nos festivais de Carling Reading e Leeds e no Truck Festival. O primeiro album, Control, foi lançado a 30 de Julho de 2007 no Reino Unido.Sonic Youth - Daydream Nation (1988)
(1001 discos para ouvir antes de morrer)
quarta-feira, agosto 29, 2007
Ben Harper - Lifeline
Ben Harper acaba de lançar o álbum "Lifeline", centrado no soul acústico americano, respeitando as tradicionais raízes do género. "Busco criar um diálogo com os instrumentos e com os membros da banda, e, através desse diálogo, conectar-se a quem o ouvir", disse Ben Harper em entrevista à agência Efe. O processo de criação de "Lifeline" começou após o fim da tour de "Both Sides of the Gun", em meados de Novembro do ano passado. Ben Harper e os, The Innocent Criminals, ficaram concentrados num estúdio de Paris para gravar e misturar o álbum, o que ocorreu em apenas uma semana. O resultado é um disco em que "não há uma só nota que possa ser eliminada ou uma batida de bateria que sobre ou falte", afirma o músico.terça-feira, agosto 28, 2007
Frank Black - Bluefinger
Frank Black, mítico líder dos Pixies, prepara-se para editar em Setembro um novo disco de originais: Bluefinger. O primeiro single de Bluefinger chama-se «Threshold Apprehension» e esta disponível digitalmente desde o mês de Maio. Segundo o cantor, "Bluefinger" é inspirado no pintor e músico holandês, Herman Brood, e surgiu depois do seu actual manager lhe ter pedido um faixa extra para uma compilação. «Fiquei imbuído do espírito de Herman Brood e [às tantas] a faixa extra evolui para um disco de 11 canções, chamado "Bluefinger", em apenas alguns dias», explica Frank Black.segunda-feira, agosto 13, 2007
Leftfield – Leftism (1995)

«… o teu som é influenciado pelo desenvolvimento das máquinas que usas.» Paul Daley, 1995
A antecipação estava já a ser sufocante. Paul Daley e Neil Barnes tinham estabelecido o seu domínio sobre a música de dança britânica com «Open Up», em 1993, uma colaboração estrondosa com Jonh Lydon, para depois desaparecerem da cena musical. Quinze meses depois, as dúvidas desapareceram. Será este o melhor álbum de dança da história? Talvez. É, sem dúvida, o mais inteligente. Leftism tem um ritmo estupendo. «Black Flute» é o primeiro tema onde o tempo aumenta de forma significativa. A meia hora anterior é passada entre becos escuros («Release The Pressure»), criando sons que deixam qualquer um atónito («Melt»), rebentando com a caixa torácica com os sons arrancados ao baixo («Original»). Não é de estranhar que a capa do álbum seja uma coluna rodeada por uma mandíbula aterradora. Depois de o seduzir, a dupla decide que chegou o momento de subjugar o ouvinte. O monumental «Space Shanty» consegue isso sem o mínimo esforço porque, são sete minutos da mais pura locura, numa espécie de louvor que só o «Voodoo People» dos Prodigy consegue rivalizar. Depois de alcançar tal intensidade, artistas com menos talento tentaram manter a mesma onda, mas «Inspection (Check One)» demonstrou que a invenção é tão importante como a evolução. Então, depois do supracitado «Open Up», acabamos onde começamos, com temas mais calmos e a demonstrar maior consciência social. Por esta altura é o tema «21st Century Poem» que surge embebido na raiva tranquila do poeta de Manchester, Lemn Sissay. Leftism candidato aos Mercury Music Prize britânicos. O facto de ter perdido para o álbum Dummy dos Portishead, igualmente revolucionário, não significa que este trabalho não tenha vindo a restabelecer a fé na música de dança. Os Leftfield conseguiram salvar um género musical.
(1001 discos para ouvir antes de morrer)
sábado, agosto 11, 2007
Morreu Tony Wilson, criador da cena de Manchester

O empresário e jornalista britânico, fundador da editora Factory Records, que lançou nomes como Joy Divison e New Order, morreu sexta-feira aos 57 anos vítima de cancro.
Considerado o responsável por ter colocado Manchester no centro do mapa musical britânico a partir dos anos 80, Tony Wilson fundou a Factory Records e ajudou a promover bandas como os Happy Mondays, Joy Divison e mais tarde os New Order.
A sua influência na indústria musical britânica e na criação da cena 'Madchester' foi retratada no cinema, no filme 24 Hour Party People, realizado por Michael Winterbottom.
Além de ter fundado a Factory, Wilson esteve por detrás do Hacienda, um dos mais importantes clubes nocturnos de Manchester e do Reino Unido por ter acolhido actuações dos Smiths, Oasis, Stone Roses ou mesmo Madonna.
«Nunca mais haverá uma pessoa como o Tony. Ele foi um apaixonado defensor de Manchester, da cidade, das pessoas e da música», declarou hoje um porta-voz da BBC, onde Tony Wilson também trabalhou.
Em Manchester presta-se homenagem ao empresário, jornalista e ex-apresentador de televisão com vários músicos e figuras públicas a recordarem o trabalho de Tony Wilson.
domingo, agosto 05, 2007
quarta-feira, agosto 01, 2007
Von Sudenfed - Tromatic Reflexxions
segunda-feira, julho 30, 2007
Lights Out Asia -Tanks and Recognizers
Boas férias.
Site: http://www.lightsoutasia.com/Origem: Milwaukee, Wisconsin United States
sábado, julho 28, 2007
New Young Pony Club - Fantastic Playroom
sexta-feira, julho 27, 2007
quinta-feira, julho 26, 2007
quarta-feira, julho 25, 2007
Fionn Regan - The End Of History
“He's as gifted a guitarist as Nick Drake, but his poetry is singular and pregnant with complexity… Fionn is a genius.” - Rock Sound –
“these acoustic arias evoke a more rarefied world… Regan is possessed of a rare talent” – NME
(video)
Fionn Regan Myspace

terça-feira, julho 24, 2007
segunda-feira, julho 23, 2007
Apparat - Walls
domingo, julho 22, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007
Tunng - Good Arrows
quinta-feira, julho 19, 2007
Githead - Art Pop
Os Githead contêm um Wire (Collin Newman), dois ex-Minimal Compact (Malka Spiegel, Max Franken) e, vá lá, um Scanner (Robin Rimbaud). Art Pop amplifica a faceta mais pop dos Wire, enquanto faz contas ao estado do mundo e de quem cá está metido. Aos temas é aplicada uma camada de sofisticação que cria uma sensação de formigueiro electrónico omnipresente no cenário. Não admira, por isso, que «Drop» soe a uma espécie de Roxy Music catatónicos da fase Brian Eno, remodelados em fibra de carbono. Já o contestatário «Drive By» tem a qualidade abrasiva do punk e «Lifeloops» dá um intervalo às erupções electrónicas, avançando com a voz de Spiegel.
(Blitz)
Drop (video)
quarta-feira, julho 18, 2007
Bat For Lashes - Fur and Gold
terça-feira, julho 17, 2007
Shannon Wright - Let In The Light
Porventura o nome Shannon Wright não significará nada para muitos, mas com certeza não foi esquecido por todos os outros que há cerca de um ano tiveram a oportunidade de partilhar uma intensidade mágica e ímpar num concerto seu de abertura para os Calexico.
Tal como tudo ou quase tudo, também Shannon Wright não surgiu do nada. Originária de Jacksonville, a primeira banda de Shannon foram os Crowsdell, os quais após um EP e dois álbuns de originais, foram literalmente despachados pela sua editora, a Big Cat Records. A opinião de Shannon acerca da indústria discográfica em geral não era agora propriamente cor-de-rosa, e todo este processo conduziu inclusive ao desaparecimento da banda, e à mudança de Wright (que agora se encontrava em N.I.), para uma quinta na Carolina do Norte. E foi precisamente aí que a sua carreira a solo se começa a desenvolver, através de um prolífero processo de composição que viu no piano o complemento perfeito para a guitarra. É assim que surge em 1999 "Flight Safety", o qual denota já uma enorme maturidade a nível de composição, bem como uma fluidez e convergência de referências e abordagens sonoras invejáveis. Seguem-se então "Maps of Tacit" e ainda "Perishable Gods", e eis então que chegamos a "Dyed In The Wool", porventura o disco mais grandioso e belo que até hoje fez. Se a sua requintada produção, bem como o dedinho de notáveis convidados como Steve Albini ou Andy Baker, foram essenciais ao resultado final, foi contudo a enorme virtuosidade também a nível instrumental de Wright que uma vez mais se revelou de facto determinante na composição, estando a cargo dela pianos, guitarra, órgãos, teclados, bateria, e claro a voz. Voz essa cujo registo grave pode ser perturbante pela forma profunda e visceral com que exalta emoções intensas ou suave de um modo ferido e tocante, singular na sua autenticidade e expressão. Mas singular é ainda toda a manta sonora que compõe "Dyed In The Wool", tecida numa enorme variedade de elementos e abordagens, cuja enorme consistência melódica, vai desde a crueza densa e quase frenética das guitarras eléctricas (com reminiscências de Blonde Redhead), por dedilhares melancólicos ou hipnotizantes de guitarras e pela grandiosidade quase em jeito de elegia épica dos pianos juntamente com os violinos. A subtil magnificência dos arranjos que podem ser soturnos e densos, criando um clima obscuro e sombrio aqui quase omnipresente, por vezes revestem-se ainda de um carácter cinemático grandioso ou mesmo cabaret, e ascendente de uma forma quase orquestral. O mais curioso em tudo isto é que estes elementos se fundem de uma forma tão consistente e perfeita, que revelam uma forma de ver a música como um todo que surge naturalmente de Wright.
segunda-feira, julho 16, 2007
Sparta - Threes
domingo, julho 15, 2007
Ulrich Schnauss - Goodbye
Ulrich Schnauss é um artista multifacetado; compositor, músico, dj e produtor.Nascido em 1977 na Alemanha, suas fontes de inspiração são My Bloody Valentine, Cocteau Twins e Tangerine Dreams. O músico acaba de lançar o 3º álbum com o nome de “Goodbye”, completando assim a trilogia electrónica-shougaze. A trilogia de Schnauss começou em 2001, com “Far away Trains Passing By”, e continuou em 2003, com “A Strangely Isolated Place”. Os dois álbuns fizeram um sucesso inesperado. Goodbye é um álbum de chill out/ambient electrónico em que Schnauss junta composições e elementos indi com música electrónica. Um álbum que vai agradar ao público que gosta de bandas como Boards of Canada e B. Fleischmann.
Parole vê este vídeo
sábado, julho 14, 2007
Black Strobe - Burn Your Own Church
Os franceses Black Strobe lançaram no dia 5 de Junho o álbum de estreia “Burn Your Own Church.Esta banda começou por ser um duo formado por Arnoud Rebotini e Ivan Smagghe. Com a saída de Smagghe em 2006, o duo passou a ser um quarteto. Este álbum, mesmo sendo produzido após a saída de Smagghe, conta com composições suas, em grande parte do disco. Destaque para a cover de Bo Didley (clássico musico do rock dos anos 50) I'm A Man (faixa 6). sexta-feira, julho 13, 2007
quinta-feira, julho 12, 2007
quarta-feira, julho 11, 2007
Gogol Bordello - Super Taranta

terça-feira, julho 10, 2007
Live Earth
Foi agradável ir ao Live Earth. O lugar no estádio era péssimo, estávamos no topo oposto ao palco. Via os músicos só por ecrã gigante (a olho nu não dava, havia uma torre de luzes mesmo em frente ao palco que impossibilitava ver o que se passava nesse mesmo palco). Como Portugas fizemo-nos de parvos e saímos dos lugares. Apareceu logo seguranças que nos ouviram e resolveram arranjar-nos outros lugares bem melhores. Para apanhar a bebedeira gastei + ou – 100€. Fumar um cigarro é extremamente complicado, em todo o estádio é proibido fumar. A solução foi dada por outro segurança que também fumava: “ enfia-te numa casa de banho e fecha o trinco, é o que eu faço”. Mas no fundo a minha ida ao live earth valeu pela magnifica companhia, o Xano. Passar um dia inteiro e concertos com ele é um privilégio. Para quem não conhece o Xano, ele é o my best friend. O companheiro que um dia casou com a Vanessa, Inglesa, e lá foi viver para Inglaterra. Quanto aos concertos as minhas preferências foram para os Beastie Boys, Metallica e Kasabian. Os outros deram para estar entretido. Quanto ao meu blog já vi que os donos do espaço onde alojo as musicas resolveram lixar o pessoal. Pelos vistos só dá 30 segundos de cada música. Tenho que estudar a maneira de engana-los. Vamos lá ver se resulta.
quinta-feira, julho 05, 2007
Parrovski goes to London
BEASTIE BOYS, BLACK EYED PEAS, BLOC PARTY, CORINNE BAILEY RAE, DAMIEN RICE, DAVID GRAY, DURAN DURAN, FOO FIGHTERS, GENESIS, JAMES BLUNT, JOHN LEGEND, KASABIAN, KEANE, MADONNA, METALLICA, PAOLO NUTINI, PUSSYCAT DOLLS, RAZORLIGHT, RED HOT CHILI PEPPERS, SNOW PATROL, SPINAL TAP,TERRA NAOMI. 
Vou estar ausente até terça-feira. Até lá divirtam-se, que eu vou fazer o mesmo.
quarta-feira, julho 04, 2007
The Polyphonic Spree - The Fragile Army
Liderados por Tim DeLaughter, The Polyphonic Spree são uma alucinada banda com mais de 20 músicos, apresentando-se sempre vestidos com túnicas, fazendo de cada espectáculo uma celebração "quase" religiosa. São mais um “happening”, no verdadeiro sentido dos sixties, do que propriamente uma banda.Além dos habituais instrumentos de uma banda rock, os The Polyphonic Spree contam com um coro de 10 vozes, uma secção de sopros e ainda uma harpa, tudo para nos trazer uma sonoridade única, a que poderemos chamar pop sinfónico. A banda é de Dallas e foi formada por Tim DeLaughter quando os Tripping Daisy acabaram em 1999. Já lançaram dois discos e o 3º, ‘The Fragile Army’, foi lançado no dia 19 de Junho. Eles criam um som absurdamente fantástico, lembram-nos muito os melhores momentos dos Mercury Rev e dos Flaming Lips. (Video)terça-feira, julho 03, 2007
Yeah Yeah Yeahs - Is Is [EP]
segunda-feira, julho 02, 2007
Smashing Pumpkins - Zeitgeist
Os Smashing Pumpkins vão lançar quatro versões diferentes do novo trabalho de originais, intitulado "Zeitgeist", mas só nas lojas dos EUA. Em alguns estabelecimentos o disco vai incluir o tema extra 'Death From Above' e noutras surge a faixa 'Zeitgeist'. Já a versão digital disponibilizada no iTunes contém a música bónus 'Stellar'. "Zeitgeist" é o primeiro álbum que os Smashing Pumpkins lançam, desde que se reúniram no ano passado. O lançamento está agendado para dia 17 de Julho.














